Para quem é ligado em tecnologia mobile - e quem não é, já deveria estar se ligando!!! - encontrei esse artigo falando sobre a iniciativa “Um Mobile Site por Dia”.

Eu, como sou entusiasta desde os tempos do palm e seus navegadores sofríveis, já tenho muitos nos bookmarks do meu N82 - com o excelente navegador da Nokia e com o Opera Mini!

Boa leitura e fique ligado!!

Ontem foi lançada uma boa iniciativa chamada de “Um Mobile Site por Dia”. O principal objetivo da campanha é estimular o uso da internet móvel no Brasil. A intenção é mostrar às pessoas que já existem diversos serviços muito interessantes e úteis para se usar pelo celular, além de desmistificar um pouco questões sobre custo e dificuldade de acesso da mobile web.

um-mobile-site-por-dia Um Mobile Site por Dia! Grande iniciativa!!

Diariamente será postada a análise sobre um mobile site no blog http://www.ummobilesitepordia.com.br/. Serão avaliados: conteúdo, interface e usabilidade.

Os usuários poderão participar através de comentários e notas para cada conteúdo apresentado. No final da semana, um ranking mostrará os mobile sites que mais agradaram o público. A proposta da campanha é que as pessoas também sugiram mobile sites, troquem experiências e discutam a respeito.

Além do blog, a campanha também terá um mobile site próprio, comunidade no Orkut, e ainda poderá ser acompanha pelo Twitter. Seguem os endereços:

Twitter: http://twitter.com/jmobi

Celular: m.ummobilesitepordia.com.br

Orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=76546153&refresh=1

Excelente! Vida longa ao mobile!

Fonte: Mobilepedia

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Bem, eu particularmente, considero esse olhar sobre as claasses populares muito mais realista!

Sem mais delongas, um bom artigo sobre como as agências trabalham - BEM - com esse target.

Um novo olhar para as classes populares

Desvendar do mundo as classes populares é uma nova descoberta para nós a cada dia. É quando aprendemos que tem muita coisa acontecendo por trás dos nossos computadores, fora dos nossos escritórios. Que lá fora há muita gente que pensa e interage de maneira muito diversa com sua comunidade e tem um olhar muito peculiar sobre a vida que vive.

A isto, damos o nome de educação do olhar. Aprender a olhar para as classes populares e buscar nelas o que têm de mais genuíno nos dá a oportunidade de descobrir particularidades muito únicas e até pitorescas.

Descobrimos, por exemplo, que o cheiro é um fator fundamental na definição da qualidade dos produtos e que supermercado no domingo é sinônimo de diversão para a família inteira.

A solidariedade, outro fator muito evidente nessa classe social, está evidente nos mais diversos aspectos da vida cotidiana destes consumidores: cuidar dos filhos, comprar artigos em promoção nas lojas para os vizinhos e amigos, por exemplo, são atitudes muito comuns do público de baixa renda. Todos se ajudam, pois sabem que podem contar uns com os outros sempre.

Aprendemos que a renda limitada ainda é sim um fator restritivo, mas o crédito abundante tem sido uma importante porta de entrada para o consumo e as classes populares estão recorrendo a essa ferramenta para subsidiar a aquisição de alguns “sonhos”.  Aqui na Ponto de Criação as estratégias que criamos para nossos clientes estão pautadas na idéia de
que antes de pré-definir o preço como uma grande barreira é preciso pensar em uma “cultura” de consumo da baixa renda.

O que exatamente é isso? A baixa renda compra diferente. Quer artigos diferentes, aspira por produtos diferentes. Que falem a sua língua e que atuem como uma espécie de “inclusores” sociais, ou seja, que dêem a este consumidor um reconhecimento dentro da comunidade na qual ele está inserido. Certa vez entrevistamos uma senhora que dizia que o filho queria um celular igual ao do vizinho, que custava 3 vezes o salário dela. Para realizar o sonho do filho ela fez um crediário na loja do bairro para pagar o celular em 20 parcelas.

Enquanto uma pessoa da classe A/B compraria esse artigo à vista, ela pagará em muitas parcelas, mas de qualquer maneira ambos terão a posse. A lição mais importante que tiramos de atitudes como essa é que, mais do que acreditar que somente o preço baixo atrai os olhares das classes populares e focar todos os esforços de planejamento de uma empresa ou marca nessa premissa, é preciso pensar em como chamar a atenção desse público e fidelizá-lo à sua marca.

Na periferia de hoje, muitos adolescentes exibem seus celulares coloridos e suas máquinas digitais. Nas casas de famílias, as donas de casa mostram para as vizinhas suas TV 29 polegadas, geladeiras “prateadas” e o novo computador que compraram para seus filhos.

Principalmente fatores resultantes da estabilização econômica, como ampliação da oferta de crédito, e o próprio Bolsa Família, contribuíram para esse aumento do poder real de compra das classes populares. Por  ter um pouco mais de dinheiro disponível ou opções de financiamento, esse consumidor passa a ampliar e sofisticar sua cesta de consumo buscando marcas e itens que atendam outras necessidades além das básicas, que aumentem seu status na comunidade e propiciem maior satisfação pessoal.

Hoje as classes populares são a menina dos olhos do mercado. As empresas proprietárias de importantes marcas, já atentas a esse movimento, apostam em linhas de produtos que trazem esse diferencial aspiracional, mais acessível à classe C. Hoje, já não é mais possível ser líder de mercado se sua marca não for querida e consumida pela baixa renda. Por isso é urgente que as marcas aprendam a falar de verdade com esse público.

O Núcleo de Estudos da Baixa Renda da Ponto de Criação surgiu há 3 anos como uma antecipação a essa demanda do mercado. O objetivo é fazer um trabalho de campo contínuo, focado e genuíno de entendimento dessa classe. Seu funcionamento independe de trabalhos ou marcas: nosso o objetivo é estudar, visitar, observar, transformar todas essa informação recolhida em conhecimento para enfim gerar insights estratégicos de comunicação para nossos clientes e prospects.

Juliana Nappo

Fonte: Mundo do Marketing

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Estava lendo um artigo agora.
O título: “Classes Populares sem blá, blá, blá

A autora, defendia que as empresas, os departamentos de marketing, todas as pessoas envolvidas na criação de produtos voltados para as classes populares, nunca conseguirão atingi-los perfeitamente porque não possuimos os memso gostos, sejam musicais, estéticos, culinários, sociais. Não frequentamos os mesmos lugares, não falamos da mesma maneira, não temos a mesma escolaridade. Não fazemos parte da mesma cultura. Citando:

Basta observar as construções de casas na periferia da cidade para se perceber uma estética completamente diferente, com pouca preocupação com o visual, até mesmo porque não há verba disponível para se elaborar uma decoração, por exemplo. Ou então observe a multidão de trabalhadores apinhados dentro dos trens da cidade, indo para os seus respectivos trabalhos. Veja o que eles vestem, veja o que eles levam nas bolsas, ou sacolas. Veja como eles se alimentam, o que levam nas marmitas, veja como falam e como se comportam.

e mais:

É preciso colocar o olhar muito mais próximo da realidade da vida dessas pessoas, do que apenas ler um relatório ou ver uma apresentação fria de alguma pesquisa, usando seu relógio Longiness, com seu terno Armani, indo trabalhar no seu Audi, almoçando em algum restaurante fino do Itaim.

Ia parar de ler nesse ponto.
Mas, imaginando que no final poderiamos er uma reviravolta… continuei!
E encontrei isso:

Para conhecer esse público, de verdade, as empresas poderiam contratar pessoas provenientes desses grupos para integrar suas equipes e trazer essa realidade para dentro da empresa, decifrando um pouco mais desse grande labirinto. Mas é claro que isso é bem difícil, não é?! Até mesmo porque, essas pessoas têm um nível de escolaridade mais baixo, o que dificulta a convivência, em alguns casos, gerando até certa intolerância por parte dos atuais membros do time! Além disso, como foi dito acima, esse grupo tem gostos e hábitos bastante diferentes, o que, mais uma vez, impacta na convivência, tornando-a mais complexa. Outras vezes exige que a empresa complemente sua formação, para preencher
certas lacunas.

Bem… claro que no final…

Não quero que minhas palavras pareçam preconceituosas, mas essa é a realidade: enquanto continuarmos a tratar esses grupos como: “eles lá, nós cá”, tudo continuará parecendo muito falso. A receita não é fácil, mas é necessária.

Depois de tudo isso, parei pra pensar. Afinal, é um posicionamento pré-conceituoso ou é a realidade?!

Na minha humilde opinião, existe pré-conceito sim!

Primeiro, esse abismo não é tão grande assim. Claro que existem diferenças culturais, que geram diferenças de ‘gosto‘ musical, culinário, estético, social, político. Mas, não vivemos longe o suficiente das ‘classes populares‘ para que essas diferenças sejam tão ‘misteriosas‘. Pelo menos EU não vivo… Não existe esse abismo tão profundo. Os ônibus, o metrô, os trens apinhados carregam muita gente das classes F, E, D, C e B também… Tem muito executivo que almoça no restaurante a quilo. Tem até, presidente de empresa que almoça no bandejão junto com seus funcionários…

Será que os marketeiros de São Paulo, estão ganhado tão bem assim? Para criar este abismo entre eles e as ‘classes populares’?! Um abismo intransponível!??

Basta observar as construções de casas na periferia da cidade para se perceber uma estética completamente diferente, com pouca preocupação com o visual
Só para lembrar, ano passado um grupo de estudantes de uma escola de arquitetura de Barcelona, esteve no Rio visitando algumas favelas e ficaram impressionados, favoravelmente, com as soluções encontradas - tanto de ‘engenharia’ para manter as coisas em pé, como estéticas a aplicação de cores, aproveitamentos de diferentes materiais para acabamento de uma mesma área. Creio que a autora confunde falta de verba com pouca preocupação e não dá valor a criatividade e a capacidade de solucionar, reaproveitar e transformar.

as empresas poderiam contratar pessoas provenientes desses grupos para integrar suas equipes e trazer essa realidade para dentro da empresa, decifrando um pouco mais desse grande labirinto. Mas é claro que isso é bem difícil, não é?! Até mesmo porque, essas pessoas têm um nível de escolaridade mais baixo, o que dificulta a convivência, em alguns
casos, gerando até certa intolerância por parte dos atuais membros do time!

Creio que, em primeiro lugar não é necesário criar cobaias para desvendar mercados. Contratar alguem que não tem capacidade para trabalhar em uma função para “decifrar um pouco desse labirinto” ? Hum. Isso é criar cobaia.
Agora, se o departamento de marketing de uma empresa, ao colocar um anúncio pedindo emprego eliminar algumas exigências como MBA em Londres e aceitar um profissional que TENTA se formar bem mas não tem capital, encontrará nas classes C, D, E, F muitos profissionais promissores, com garra e disposição de trabalho. Tenho certeza, que este profissional será bem aceito pelos seus pares. Poderemos ter alguns comentários sobre questoes como moda e sobre ‘gostos pessoais‘ mas que num BOM ambiente corporativo serão sobrepostos pelo profissionalismo e pelo respeito a individualidade.

Sobre as palavras não parecerem preconceituosas…
Bem, na minha humilde opinião - de novo! - elas pareceram sim. Até entendo que não tenha sido propositalmente, que não tenha sido a intensão. Mas, creio que a autora aumenta essa distância em muitos quilômetros. E, ainda, se esquece que as classes populares estão em ascensão - ao menos estavam até a crise… - e se o primeiro passo desta ascensão, foi ‘equipar a casa‘ como uma casa de classe média, atualmente as classes populares voltam seus olhos para o estudo…

De qualquer forma, o artigo valeu!
Excelente para sabermos como a classe alta, vê as classes populares.
:-)

Fonte: Mundo do Marqueting

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Será que esses 28% não falam pensando mais nos valores investidos para ter acesso a pesquisas - ou para montar pesquisas particulares - do que pensando realmente no valor das informações que estão ali? Vou procurar pesquisas semelhantes em outros paises. Inicio a campanha:
EU ACREDITO EM PESQUISA!
wink E não é que medade das pessoas não acreditam em pesquisas??!
 E não é que medade das pessoas não acreditam em pesquisas??!clipped from www.mundodomarketing.com.br
Dos profissionais que utilizam pesquisas de mercado, apenas 50% confiam nas conclusões e recomendações dos relatórios apresentados pelos Institutos, afirma um estudo da Gauss Consulting e da Omni Marketing.

De acordo com o levantamento, apenas de 28% das pequenas e médias organizações se baseiam nas recomendações dos Institutos, o que leva a conclusão de que apenas grandes empresas fazem o uso corrente de pesquisa. Foram ouvidas 133 empresas diferentes, divididas em micro, pequeno, médio e grande porte dos setores de Indústria, Comércio e Serviço.

blog it

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Ontem, um amigo levantou um questionamento no twitter, sobre a comparação entre o número de lojas on-line que fecham no período de um ano, com o número de empresas do mundo real que fecham neste mesmo período.
Bem, fui levantar os números do ‘mundo real’ com mais exatidão para fazer essa comparação.
E não é que o panorama no ‘mundo real’ melhorou nos últimos 10 anos?!!

Em 1999/2000 o IBGE e o Sebrae fizeram um pesquisa e levantaram os seguintes números:

O Cadastro Central de Empresas do IBGE de 2002 mostra que entre 1999 e 2000, para cada 100 empresas que abriram no país, 65 fecharam. Em números absolutos, 710.258 novas empresas surgiram neste período, e 457.990 fecharam suas portas. Já uma pesquisa do Sebrae, de 1999, mostra que 30 a 61% das novas empresas fecharam já em seu primeiro ano de existência, 40 a 68% no segundo ano, e 55 a 73% no terceiro ano, havendo variações nestas porcentagens de Estado para Estado do país.

Já em pesquisa feita este ano….

As micro e pequenas empresas (MPEs) do estado de São Paulo estão sobrevivendo mais, de acordo com uma pesquisa do Sebrae-SP divulgada nesta segunda-feita (13). Segundo o levantamento, 27% de novas empresas abertas no estado em 2008 não conseguem completar um ano de atividade, frente aos 35% registrados há 10 anos.

O estudo mostra que essa tendência de redução também existe para as empresas que atingem dois, três, quatro e cinco anos de atividade. O índice de mortalidade empresarial no segundo ano caiu de 46% para 38%; no terceiro ano de 56% para 46%; no quarto ano, de 63% para 50% e no 5º ano, de 71% para 62%.

Reparem que, os primeiros números de 2000 são média nacional e os segundo são referentes a São Paulo.

Uma evolução sem dúvida… quer ver de onde vem?…

Grau de escolaridade dos empreendedores: “o índice de empresários que possuem 2º grau completo ou mais subiu de 70%, em 2004, para 78%, em 2006.”

Planejamento: “os empresários que abriram negócios em 2000 utilizaram 7 meses na preparação para a abertura, enquanto que em 2005 esse número ultrapassou 12 meses.”

Tempo de planejamento empregado nas empresas que fecham: “Nas empresas encerradas, o período de planejamento em geral não ultrapassa quatro meses.”

Bem, vendo os números absolutos e relativos… dá pra perceber uma mudança na mentalidade do empreendedor que causou uma mudança na ‘durabilidade’ das empresas. Na capacidade de resistir as dificuldades iniciais.

Dá pra perceber também, que o mercado de ‘empresas online‘ ainda está muito atrás nesse quesito! A falta de planejamento, de inovação, de valor agregado, de relacionamento ainda é muito forte. Tenta-se ganhar dinheiro rápido e com pouco custo. O ‘empreendedor online’, parece,  ainda não se deu conta que a ´bolha´ da internet já se foi a tempos! Hoje, além de uma boa idéia é preciso muito planejamento e muita estratégia para formar um empresa online de sucesso.

Quer montar uma loja ou outro tipo de empresa online? Ótima idéia! Mas não tente fazer isso de um dia para o outro! PENSE, PLANEJE, ENCONTRE o seu mercado e o seu consumidor. DESCUBRA como falar com ele. Como atingi-lo… ONDE ele vai, QUEM ele ouve!

Quer que as coisas andem mais rápido e com menos riscos? Contrate um profissional! No mínimo, você vai economizar o tempo de descobrir, como descobrir, o que você precisa saber…

Mas, se você quer abrir esta loja online AMANHÃ… esteja preparado para MUITOS problemas, boas possibilidades de prejuizo e grande chance de fracasso.

Bem, voltando a questão da pergunta do meu amigo

@pbprado , 45% fecharem em um ano é quase a metade se comparar com o indice de empresa fisica, não?

Tratando de números absolutos, segundo o executivo da camara-e.net, são abertas 8.000 empresas na internet todos os anos. E destas, 3.600 fecham no primeiro ano. 45%…

Já entre as empresas físicas, é esperrado que neste ano tenhamos bem mais de 1 milhão de novas empresas abertas no Brasil. Destas, espera-se que até 31% não consiga fechar o primeiro ano.

Números melhores para as empresas físicas. Tanto absolutos como relativos.

Conclusão:

Empresários do ‘mundo real’ estão aprendendo a planejar!!! :-D

Empresários ‘online’ não pensam muito nisso ainda… :-(

Agora, me explica o caso de uma empresa que tem excelente planejamento no ‘mundo real’ e que ‘tenta’ lançar uma loja online, clone da americanas, pra vender o seu produto direto e ficar com a margem de representantes e revendedores… ai, em duas semanas, está com a loja online, perdida lá nas esquinas da web. E pra salvar o investimento, derrama dinheiro no Adwords para consertar o planejamento que não foi feito, a logística que não foi determinada, a falta de usabilidade do site, a falta de atratividade, a falta de foco,  a falta de … planejamento.

A desculpa é sempre que, com investimento baixo, vale o risco de abrir essa loja porque se não der certo… o prejuízo é pequeno.

Não seria melhor trabalhar para NÃO ter prejuizo? Da mesma forma como foi feito na empresa do mundo real?…

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Segundo a camara-e.net, são criados 8 mil sites de vendas todos os anos, mas quase metade não sobrevive aos primeiros 12 meses.

Sinceramente, números previsíveis… Se traçarmos um paralelo com o número de empresas que sobrevivem mais de um ano no ‘mundo real’, encontraremos estatísticas ainda piores.
Algumas explicações para o rápido surgimento/desaparecimento das lojas online é a falta de planejamento, como verão no artigo. Provavelmente, o mesmo motivo para o desaparecimento precoce das empresas do ‘mundo real’ também…
Qual a conclusão?!
A falta de preparo do empresariado brasileiro? Em partes, sim. A maioria dos empresários, parte para o e-commerce pensando que o lucro será rápido e fácil.  Sem planejamento, sem conhecimento de mercado, de público, de comportamento. Sem estratégia de atuação. E, pior, sem assessoria para conhecer as reais dificuldades/necessidades/características do ‘meio digital’ onde está entrando…
Quando a ‘coisa’ não vai, aí tentam desesperadamente salvar - ou abandonam o ‘prejuízo’ no ponto em que estava.
Outro fator… todas estas novas iniciativas de e-commerce, são cópias da americanas.com ou submarino… assustador!
Ninguem pensa em inovar. Ninguem pensa em relacionamento, em que tipo de contato o cliente quer. Nesse aspecto, o pior é que muita gente ‘da área’ insite nesse dogma, nesse paradigma, nessa… ‘coisa’ de que “loja online é tudo assim! TEM DE SER ASSIM.”
Então tá… continuaremos com essa ´durabilidade´até que estas características mudem…

Segue o artigo, com outros comentários sobre a pesquisa!

Acesso a um número muito maior de clientes, possibilidade de venda 24 horas por dia, menores despesas que uma loja tradicional… São muitos os atrativos de um negócio online. Porém, ter sucesso no mundo digital não é tão simples assim. “Quarenta e cinco porcento das lojas virtuais fecham suas portas no primeiro ano de atividade”, afirma Gerson Rolim, diretor executivo da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, a camara-e.net.

Segundo o executivo, cerca de 8 mil lojas online são criadas todos os anos, sendo que 3.600 delas não terminam os primeiros doze meses em atividade. Atualmente, há cerca de 16 mil varejistas online no Brasil. “Em muitos casos falta o planejamento básico”, destaca Sandra R. Tuchi, superintendente de marketing da Associação Comercial de São Paulo.

Na verdade, não basta ter uma página na web. “Para começar, se você não usar as ferramentas da internet, como links patrocinados, por exemplo, ninguém bate na sua porta”, destaca Rolim. “Além disso, é preciso ter um bom preço, pois na internet é muito fácil comparar valores, oferecer parcelamento e ter uma boa logística – cumprir prazos é fundamental”, completa.

Outro ponto importante apontado pelo executivo da camara-e.net para que um pequeno negócio online consiga sobreviver é buscar áreas pouco exploradas. “Quase 80% do faturamento do varejo online é gerado pelas 16 maiores lojas. Para um negócio sobreviver na disputa com esses gigantes, é preciso investir na segmentação, buscar um nicho”, explica.

Com objetivo de incentivar a adoção do comércio eletrônico por empresas de pequeno porte, a camara-e.net e Associação Comercial de São Paulo fecharam um acordo de colaboração na semana passada. A iniciativa resultará na realização de eventos conjuntos e no desenvolvimento de projetos como a criação de um selo de qualidade para lojas virtuais.

Fonte: IDG NOW!

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Pesquisa encomendada ao Datafolha pela F/Nazca mostra que usuários estão mais participativos.

Realizada semestralmente pelo Instituto Datafolha a pedido da F/Nazca, a pesquisa F/Radar revelou que o número de internautas brasileiros chegou aos 64,5 milhões em agosto de 2008 - 5,5 milhões a mais do que o número registrado no primeiro semestre do ano. Isso significa dizer que 48% de toda a população nacional maior de 16 anos já possui acesso à rede. Ao todo foram realizadas 3.003 entrevistas, distribuídas em 172 municípios, sendo que 40% envolvem regiões metropolitanas e 60%, o interior. “Quando tomamos a iniciativa de começar essa pesquisa, tínhamos a idéia de medir o pulso da realidade. Agora vemos que a internet só tem sua evolução confirmada, pelo crescimento e maior penetração entre os cidadãos brasileiros”, diz Fernand Alphen, diretor nacional de planejamento da F/Nazca.

Com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, os resultados mostraram que, mais uma vez, a renda da população não possui ligação direta com o acesso do brasileiro à internet, uma vez que 28% acessaram a rede a partir de locais públicos de acesso pago, como as lan houses; 21% o fazem de computadores de amigos ou parentes; 13%, do ambiente de trabalho; e cerca de 10% a partir de faculdades e universidades.

“O interessante é observar que, em todos os levantamentos, aumenta a certeza de que a internet atinge a sociedade como um todo, independentemente da classe social a que as pessoas pertencem ou da região em que vivem”, acredita Alphen. Para Guilherme Ribenboim, presidente do IAB Brasil e diretor geral do Yahoo no País, esses dados também confirmam a rede como segunda maior mídia de massa do Brasil, o que justificaria mais investimentos na mídia online. “As pesquisas tendem a aumentar a consciência de que a internet viabiliza a comunicação com mais pessoas através de acordos com um número reduzido de veículos”, afirma.

O percentual que diz respeito ao acesso residencial cresceu de 21% no primeiro semestre para 23% neste último levantamento. Houve queda na procura pela internet em postos públicos e gratuitos, como os telecentros, sendo que esse número caiu de 9% da pesquisa de abril para os atuais 6%. Pela primeira vez incluída no estudo, a internet móvel (smartphones, celulares, PDAs e iPhones) apareceu com 6% do total de acessos.

A freqüência com que ocorre o contato do brasileiro com a internet também cresceu, sendo que 38% dos entrevistados afirmaram acessar a web diariamente e 10%, de quatro a seis vezes por semana, o que resulta em 48% de usuários considerados heavy users. Contabilizando os 21% que navegam de duas a três vezes por semana e os 18% que o fazem uma vez por semana, a pesquisa concluiu que 87% dos internautas brasileiros entram na internet semanalmente e que a média de acessos é de quatro dias nesse período.

Conteúdo colaborativo e consumo

Segundo Alphen, um dos pontos de maior destaque da pesquisa diz respeito ao conteúdo colaborativo que circula pelas páginas da internet nacional.
Dos 64,5 milhões de internautas identificados pela pesquisa, 55% disseram já terem incluído algum conteúdo na rede. Desses, 46% disseram que essa é uma forma de estreitar o relacionamento com outras pessoas e amigos, enquanto 10% esperam divulgar um trabalho autoral e 7%,
ilustrar um fato, história ou notícia veiculado na internet. “Lidar com os conteúdos colaborativos também tem sido um desafio ao mercado
publicitário, mas é importante ressaltar que estamos evoluindo com os internautas, e não há razão para achar que estamos defasados com
relação aos novos hábitos, já que para os usuários tudo tem caráter de experiência ainda”, diz o diretor.

Dentre as formas de relacionamento online, a maioria ainda mantém a comunicação por e-mail (53%), Messenger (52%) e perfil do Orkut (49%). Do total, apenas 7% disseram se relacionar através de um blog ou site pessoal; 6%, postando comentários em endereços de notícias; 4%, postando ou comentando vídeos no YouTube; e 4%, navegando pela blogosfera em páginas de terceiros.

As navegações, para mais da metade dos internautas (51%), são motivadas pela busca de informações, e 48% dos pesquisados garantiram levar em
consideração a opinião de outras pessoas ? mesmo que desconhecidas - antes de efetuar uma compra de qualquer natureza.

Canal de Relacionamento

Já consagrada como ferramenta essencial para a pesquisa de produtos, serviços e melhores condições, a internet se mostra cada vez mais também como importante canal de relacionamento com consumidores, uma vez que 26% dos internautas já publicaram opiniões na rede e 20% já efetuaram alguma reclamação online sobre produtos e serviços.

“Esse  é um ponto muito relevante da pesquisa porque, apesar de ser de conhecimento geral a participação dos internautas, confirma que esse
boca-a-boca vem tomando proporções importantes e é um alerta para as marcas”, diz Alphen. “É cada vez mais necessário tomar atitudes corretas. As marcas precisam adotar uma postura de transparência, sem posar de boazinhas, e funcionar de vez como a mídia que une o consumidor e o fideliza através de uma postura emocional”, completa.

Para o diretor, porém, é preciso atentar para o uso responsável das informações obtidas nas varreduras feitas pela internet, uma vez que a fronteira entre o que pode causar uma boa ou uma má impressão é muito tênue e a proatividade em reagir pode ser, muitas vezes, considerada uma forma áspera de invadir um espaço e quebrar limites de privacidade dos postadores de opinião.

O estudo apontou ainda que o ativismo do consumidor com acesso à internet aumenta quanto maior a renda e a escolaridade. Dentre os internautas com ensino superior completo, por exemplo, 45% já publicaram opinião sobre produto ou serviço. “Medir o que se fala das marcas na rede terá de ser prática comum às empresas. As pessoas deixaram de levar em consideração apenas o que dizem os conteúdos formais para basear suas escolhas e decisões no que dizem os outros consumidores comuns”, comenta Ribenboim.

Comportamento real frente ao virtual

Como acontece em todas as edições da F/Radar, uma pergunta que foge um pouco do padrão é acrescentada à pesquisa com o objetivo de avaliar o
comportamento dos usuários pesquisados. “A proposta é sempre tentar obter respostas para questões ainda mal respondidas”, explica Alphen.

Nesta edição, o assunto pesquisado diz respeito ao sexo virtual. Questionados sobre essa prática, apenas 4% admitiram já terem feito sexo virtual com alguém, enquanto 25% afirmaram conhecer alguém que já tenha feito.

Já quando a pergunta foi se houve a prática real com alguém que conheceu na internet, 10% afirmaram já terem vivido uma relação e 32% disseram
conhecer alguém. Mas qual a relevância da pergunta no contexto? “Nós só queremos acompanhar as mudanças de comportamento e saber se há uma
tendência de diminuir a hipocrisia e a diferença entre o que se faz e o que se conta. Queremos, na verdade, avaliar a reação das pessoas à nova
mídia e ver como as pessoas começam a se sentir mais à vontade diante dela com o passar do tempo”, explica Alphen.


Fonte: Meio&Mensagem

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Não é novidade que gosto muito do trabalho e dos textos do Luiz Alberto Marinho. Quem já recebia minha lista de emails sabe disso.
Desde ontem estou esperando que saia no blog do Marinho, a íntegra da conversa entre eles, Marinho e Marc Gobé.

Marc Gobé esteve em São Paulo semana passada para entregar um prêmio ao prefeito Kassab pelo projeto ‘Cidade Limpa’.
Recentemente, Marc Gobé paarticipou da criação do site EmotionalBranding, como primeiro passo da união e sua empresa de mesmo nome com a TV1.

O site é recheado de referências a cases brasileiros.

Enquanto aguardamos a íntegra da conversa, coloco alguns trechos que o Marinho liberou hoje no BlueBus.

Como todo mundo sabe, essa questão da emoção permeia meu trabalho e mais do que isso, todos os meus projetos - de forma mais aguda nas fases preliminares, antes do crivo dos clientes ‘aliviarem’ esta intenção…

Então vejam que, emocionar é uma tendência, um caminho que funciona… não uma ‘viagem’…

;-)

Os melhores momentos do bate papo de quase 2 horas com Gobé, entretanto, foram mesmo sobre como criar vínculos emocionais entre marcas e consumidores, assunto sobre o qual esse francês naturalizado americano é mestre. A tese dele é simples - “quando todos os produtos parecem iguais, o trabalho do branding é encontrar uma conexao única, capaz de fazer as pessoas intuitivamente, visceralmente, psicologicamente se relacionarem com a sua marca numa perspectiva mais pessoal e menos lógica”, foi o que disse Gobé.”

Na hora de dar um exemplo prático sobre o uso da emoçao pelas marcas, o 1o caso que vêm a cabeça dele é o de OMO - “Se você olhar para a indústria de produtos de limpeza, qual é de verdade a diferença entre um sabao em pó e outro?”, pergunta. E logo em seguida responde - “A tecnologia dos fabricantes é igualmente boa e todos deixam igualmente as roupas limpas. A Unilever percebeu, porém, que ao redor do mundo os saboes em pó combatiam a sujeira - para elas a sujeira era algo ruim. Para posicionar a marca no coraçao das pessoas OMO inverteu a mensagem e começou a dizer que sujeira era uma coisa boa. Ou seja, se seu filho chegar em casa sujo, é sinal que ele está aproveitando a vida e fazendo coisas interessantes” - explicou.”

Gobé acredita que a parte mais difícil desse trabalho é escolher uma emoçao adequada, que nao apenas seja valorizada pelo consumidor como possa ser respaldada pelo produto. “O que motivou o sucesso de Barak Obama? Os sentimentos de esperança e mudança. E Obama era o maior símbolo dessa mensagem. Esses sentimentos estavam fortemente relacionados ao produto. Afinal, que mudança maior você poderia esperar do que eleger um homem negro para a presidência dos EUA? As marcas devem aprender com esses exemplos”

É muito importante este aspecto.

Não adianta tentar valorizar, criar um vículo emocional com algo que o seu produto, a sua marca não oferece. Não é porque a sustentabilidade está em paua que sua empresa pode abraça-la sem antes adotá-la… Sem antes, conseguir demonstrá-la… Palavras ao vento, não emocionam.

Quer mais exemplos? Olhe só a explicaçao de Gobé para o sucesso da campanha de Axe - “Uma das emoçoes mais poderosas é a inveja, porque nós queremos ter o que as pessoas bem sucedidas têm - a vida que elas vivem, os amigos que têm, os produtos que compram. O motivo pelo qual as celebridades sao tao idolatradas é porque nós invejamos o que elas têm. Queremos o mesmo corte de cabelo, o mesmo batom e o mesmo perfume. Axe provoca a inveja e fala aos homens jovens que se eles usarem o produto serao, mais do qe tudo, muito bem sucedidos com as mulheres”

A conversa nao poderia terminar sem abordar os possíveis efeitos da crise na indústria da comunicaçao. Gobé acha que as empresas estao muito assustadas e que por isso podem cometer o erro de reduzir investimentos em comunicaçao de marca, em favor de estratégias promocionais, perdendo assim a chance de reforçar o vínculo com os consumidores nesses tempos difíceis.”

Fonte: BlueBus e Blog do Marinho

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Hoje, entra em vigor a nova lei de call centers. O consumidor, só pode esperar no máximo 1 minuto. Sua empresa está preparada?
Declararam-se preparadas para o Procon: Claro, GVT, TIM, Banco do Brasil, Votorantim, Safra, GE Capital, Besc, ABN, Unicard, Ibi, Hipercard, Fininvest e Citicard.
Será?…

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Muito se fala em pós-venda desde sempre.
‘Deve-se verificar a satisfação do cliente.’ Mas quantos realmente tem uma política de pós-venda? E em que consiste essa política?
Ultimamente temos também, a ‘experiência de marca’… Como fazer isso?
Bem, cada caso é um caso. Tudo deve ser estudado individualmente. Não existem ‘receitas de bolo’ nem fórmulas mágicas.
Analisar o tipo de negócio e encontrar os melhores serviços para o pós-venda. As melhores formas de contato. Manter o relacionamento.
Neste artigo, você pode conhecer como algumas grandes marcas estão cuidando do pós-venda e proporcionando ao cliente uma experiência de marca compensadora. Tudo isso, investindo em formatos de loja que atraem e mantem o cliente dentro do espaço por mais tempo.

“Com a importância do ponto-de-venda já estabelecida entre os profissionais de Marketing, o mercado contenta-se não apenas em produzir materiais, promoções ou ações exclusivas a esse espaço. Algumas marcas já começaram a investir em seu design e arquitetura nesses pontos, algumas delas criando sua própria rede de lojas próprias – as chamadas “lojas conceito”.

Uma delas é a Nokia, que abriu em outubro em São Paulo uma Nokia Flagship Store (foto), loja da marca presente nas maiores cidades do mundo. Localizada na badalada rua Oscar Freire, a Nokia Store brasileira é a décima loja da marca e usa aqui um visual padronizado pela matriz. Suas paredes são revestidas de lâmpadas LED que mudam de cor de acordo com o vídeo exibido em um telão de LCD, que também é sincronizado com a música ambiente.

Vinte televisores interagem com o consumidor, detectando, através de raios infravermelhos, quando um aparelho é experimentado. Assim que detecta, um vídeo explicativo sobre o produto começa a ser exibido, com conteúdo produzido pela área global de Marketing da marca. “Todos os aparelhos já estão com chip integrado funcionando, pareados com aparelhos e conectados à rede Wi-Fi”, explica diz Fernando Rheingantz, Gerente da nova loja.

Espaços para recepcionar o consumidor antes e depois da venda Outro destaque fica por conta do lounge para descanso dos freqüentadores, equipada com laptops disponíveis para uso, além de um espaço reservado para ações pós-venda, onde os consumidores que adquiriram um produto são levados para conhecer e serem auxiliados quanto ao funcionamento e funções do aparelho.

Há ainda uma área reservada para eventos, tanto internos, como aqueles direcionados às relações B2B, com imprensa ou mesmo com consumidores. “Aqui foi realizada a cerimônia de lançamento do Nokia N96, por exemplo. Para o ano que vem, estamos montando um cronograma de oficinas exclusivas para clientes da Nokia”, conta o gerente. A importância desses espaços, segundo Rheingantz, não está na venda em si, mas no reforço da marca na mente dos consumidores através da experiência, sendo possível experimentar todo o portfólio da Nokia disponível na loja.

Oi foca no reconhecimento da marca em suas lojas

Esse é o mesmo objetivo buscado pela Oi em seus pontos-de-venda, principalmente em São Paulo, onde a operadora iniciou suas operações recentemente. As novas lojas (foto) no estado paulista, idealizadas pela agência Crama Design, responsável por todos os pontos-de-venda da operadora carioca no país, foram pensadas de forma a apresentar a empresa aos consumidores. Para isso, utiliza como telões multimídia, material gráfico e promotores treinados para orientar os consumidores quanto ao produto e a empresa.

Esse modelo inspirou-se em outra loja da rede, localizada no Barra Shopping, Rio de Janeiro. Quando inaugurada em maio de 2007, o novo ponto-de-venda foi pensando como um espaço para reapresentar a marca Oi aos cariocas, já que, além do mercado de telefonia celular, a marca passou a ser utilizada em outros segmentos os quais a empresa atuava, porém com outras marcas, como internet e telefonia fixa.

Além disso, a operadora optou por eliminar o uso de senhas e realiza atendimentos pessoais através de seus promotores, que acompanha o consumidor por toda a loja, pensada de forma a facilitar a sua locomoção. “Isso faz parte do posicionamento de simplicidade que a operadora emprega. A Oi procura um atendimento simples e que incentive o consumidor a experimentar seus produtos”, diz Ricardo Leite, sócio da agência Crama Design.

Jelly pretende realizar exposições de arte no PDV

A Jelly, rede de lojas voltada ao público juvenil feminino e maior revendedor de calçados Melissa, também aposta no design e exposição para atrair suas consumidoras. Além do visual colorido, a rede aposta em inovações como a falta de vitrines e arquitetura arredondada, de forma a replicar o conceito irreverente da marca.

Para a mais nova loja da Jelly, aberta semana passada em Ipanema, no Rio de Janeiro em um investimento de R$ 300 mil, a marca pretende trazer exposições de arte realizadas pela Melissa em sua loja conceito, a Galeria Melissa, localizada em São Paulo. “Toda a comunicação tem que ser integrada, e isso inclui o ponto-de-venda, o principal ponto de comunicação da marca com o cliente”, diz Ronaldo Viana, sócio da rede.”

Guilherme Neto

Fonte: Mundo do Marketing

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